domingo, 24 de outubro de 2010

TURBOGRAFX 16 (PC ENGINE) – VIGILANTE



Bem-vindo as ruas de Nova York. Este é o lado sombrio de uma metrópole movimentada, onde não há lei nem ordem, a não ser a pessoal/justiceira. Você sabe disso, porque você agora é...o Vigilante.


Sua namorada Madonna, foi sequestrada por uma gangue cruel. Sendo o grande vigilante, você deve busca-lá sozinho em território inimigo, atravessando o centro da cidade, ferros-velhos, ruas, pontes, para destruir a maior concentração de punks, skinheads e bandidos que se possa imaginar. Sua única arma são seus punhos e pernas (e, ocasionalmente, nunchaku, quando conseguir obtê-los). Lançado em 1988 para ARCADE, era muito semelhante ao game “Renegade” e “Spartan X”. É diversão garantida, apesar da leve dificuldade. Foi desenvolvido pela Irem Corporation e ganhou uma curiosa versão para o exótico console TURBOGRAFX 16 (PC ENGINE), que infelizmente só fez sucesso no Japão.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Gameboy - Double Dragon II


Game de luta, estilo beat’em up, sucessor natural do arcade “Renegade”, desenvolvido pela Technos Japan Corporation. Trouxe algumas novidades para a época, como o modo para dois jogadores e a possibilidade de tomar a arma do inimigo. Double Dragon é considerado um dos primeiros exemplos de sucesso do gênero, culminando na criação de duas seqüências para arcade e várias versões. As versões para consoles foram lançadas para o Nintendo 8 bits, Sega Master System, Atari 2600, Atari 7800, Game Boy, Genesis/Mega Drive e Atari Lynx, entre outras plataformas, durante o auge da popularidade da série. No episódio dois, temos um enredo bem simples. Depois de confrontarem as mais impiedosas gangues de Nova York, Billy e Jimmy Lee resolvem se juntar aos “Scorpions”, renomado grupo de artes marciais, a fim de aprimorar suas habilidades. Como player 1, você deve passar por oito missões usando suas aptidões. Uma variedade de bandidos armados com facas, bastões de beisebol, correntes e motosserras é o que lhe aguarda. A jogabilidade é excelente, superando em muito seus co-irmãos de 8 bits. Lançado em 1991 pela Acclaim Entertainment, Inc.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Colecovision – James Bond 007


Depois do sucesso do game “Moon Patrol”, algumas versões genéricas foram criadas á partir dele, como no caso do jogo “James Bond 007”, clássico do gênero “Shooter”. Aqui você comanda Bond, o maior agente secreto do mundo. O personagem foi selecionado pelo serviço oficial britânico e deve participar de quatro missões especiais. Para ajudá-lo a executar suas tarefas, ele é equipado com armas e bombas. As missões neste jogo são baseadas nos seguintes filmes de James: Os diamantes são para sempre (1971), O espião que me amava (1977), Moonraker (1979), e Somente para seus olhos (1981). O jogador é munido de um veículo, capaz de viajar tanto em planos terrestres, como marítimos. Bond pode atirar lasers aéreos e balas em seus inimigos, e, apesar de todas as limitações presentes no cartucho, trata-se de um jogo acima da média, garantindo alguns minutos de satisfação e diversão passageira. James Bond 007 foi criado em 1983, pela Parker Brothers, e disponibilizado para o sistema Atari 5200 e Colecovision. Inesquecível!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Arcade - Golden Axe


Popular game beat’em up desenvolvido no auge da disputa Nintendo x Sega. Aqui, a temática é a espada e a feitiçaria, ao invés das famosas brigas de rua. Claramente "inspirado" no filme “Conan”, rapidamente tornou-se um grande sucesso no Arcade e depois nos consoles. Ambientado em um cenário medieval, o objetivo do jogo era chegar até o castelo do vilão Death Adder, para resgatar o rei e sua rainha, das forças do mal. Cada personagem possuia armas diferentes, movimentos especiais e habilidades mágicas únicas. Depois do retorno positivo, o game ainda teve duas continuações e uma versão RPG muito fraca, lançada para Master System, chamada “Golden Axe Warrior”, baseada no jogo “Legend of Zelda” para o NES. Em 1994, o jogo reapareceu nos arcades, como “Golden Axe: The Duel”. Típico clássico que marcou uma geração. As lendárias lutas de espada e o uso da “magia”, ainda estão na mente de muitos daqueles que se aventuraram em um dos maiores games da história. Criado em 1988 e disponível para as plataformas de Arcade, Master System, Mega Drive e PC.

sábado, 14 de agosto de 2010

Star Wars: X-Wing

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Apesar dos simuladores de vôo espacial estarem em baixa (por motivos ainda não claros), alguns deixaram um marco indelével no mundo dos games. Duas franquias em particular se destacaram nos anos 90: a série Wing Commander e a série de jogos ambientados em 'Star Wars', lançados pela LucasArts. O primeiro dessa série foi o 'X-Wing', de 1993.s trazidas pelo jogo foi o uso de música ambiente que se adaptava a determinadas situações. Por exemplo, no momento em que caças inimigos começavam a aparecer, a música mudava para um clima mais tenso, ou quando se completava uma missão, a música se tornava mais celebratória. Música ambiente essa que, como era de se esperar, era a trilha sonora composta por John Williams. do universo 'Star Wars' (Tie Fighter, X-Wing vs. Tie Fighter, X-Wing Alliance) trariam cada vez mais inovações e melhoramentos à jogabilidade, gráfico e IA da série, série esta que acabou por rivalizar com a série 'Wing Commander', surgida antes, e com seus próprios gráficos e jogabilidade.

Os eventos do jogo ocorrem paralelamente aos eventos do Episódio IV dos filmes, contando, portanto, com uma história original. No entanto, alguns momentos, como o tiro do torpedo no exaustor da Estrela da Morte, foram diretamente emprestados do filme.

O jogo trazia 3 campanhas e missões de treino específicas para cada tipo de caça (X-Wing, A-Wing, Y-Wing, além da B-Wing, disponível na expansão do jogo). As missões eram de todo tipo: escolta, bombardeio, captura, duelos, etc.
O jogo trazia também uma espécie de 'trajeto', em que o jogador deveria passar por obstáculos em um prazo de tempo. Tal modalidade foi alvo de constantes críticas, e com razão. Não só em nada acrescentava, como contrastava com as excelentes missões do jogo.

Uma das inovaçõe


Mas o principal atrativo do game certamente era sua jogabilidade. Desde que o usuário possuísse um joystick, era possível usufruir da resposta precisa, realista, e da intuitividade ao se controlar o caça. E o fato do jogo ser um dos primeiros a contar com um engine totalmente 3D só acrescentava à sua jogabilidade. A inteligência artificial também era muito boa para a época.

Os próximos jogos


Infelizmente, o lançamento de simuladores espaciais foi se tornando cada vez mais escasso com o decorrer da década, sendo que o ano de 1999 contou com dois dos últimos grandes games do gênero: X-Wing Alliance e Freespace 2 (este parte de outra excelente série, Descent). Após o lançamento de outro excelente simulador, Independence War 2, em 2001, pouquíssimos jogos do gênero viriam a alcançar tão altos padrões.

sábado, 7 de agosto de 2010

PC - Warcraft: Orcs & Humans

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Aproveitando o furor que o lançamento de Starcraft II está causando na comunidades dos gamers, é um bom momento pra aproveitar e ver onde tudo começou. Warcraft: Orcs & Humans deu início a duas das franquias mais revolucionárias e populares dos jogos de estratégia em tempo real: Warcraft e Starcraft.
Lançado em 1994 pela Blizzard, o jogo, com atmosfera medieval e elementos de fantasia, contava com duas raças inimigas jogáveis, Orcs e Humanos. Apesar da influência da obra de J. R. R. Tolkien, o jogo vem com universo e história próprios, história essa contada através de cinematics em estilo de desenho animado, o que conferiria, já a partir daí, um caráter lúdico à série.
As duas raças viviam em mundos diferentes até o momento em que uma sociedade de demônios (a Burning Legion) corromperam os Orcs e os transformaram numa Horda sedenta de sangue. Derrotando a outra raça com a qual coabitavam seu mundo de origem, a Horda (mais especificamente os Warlocks, uma das classes do jogo) abriu depois disso um portal para o mundo dos humanos (Azeroth), dando início ao lendário conflito entre as duas raças. de jogabilidade, o jogo deixava a desejar, sendo que para movimentar as unidades era preciso clicar na unidade, clicar no ícone de movimento, e então clicar na área no mapa para a qual se deseja deslocar. Ou seja, um sistema nada intuitivo e prático, que felizmente seria corrigido no segundo jogo da série, de 1995 (mudando-se para o esquema de se clicar na unidade com o botão esquerdo e então diretamente com o botão direito na área de destino).
Ainda assim, foi um jogo que abriu muitas portas, conseguindo vendas relativamente altas, impressionando a crítica e conquistando prêmios, motivando assim a continuação do jogo.





Em termos


segunda-feira, 19 de julho de 2010

NES – Goal!


Encerrando as resenhas sobre jogos de futebol, temos o game GOAL! do Nes. GOAL! foi criado em 1988 pela empresa Jaleco Ltd. É um jogo muito simples e divertido ao mesmo tempo. O tipo de ângulo de visão aérea da tela é a inovação mais significativa, permitindo uma observação maior do campo.
Os gráficos e os sons de Goal eram bem melhores do que seus rivais de Atari e Master System da época. As opções do game são World Cup (copa do mundo), Tournament (Torneio Regional) ou Shoot (chutes e cruzamentos). A opção Tournament traz apenas times americanos como Dallas, NY, Boston, etc. São oito times jogando entre si, no melhor estilo mata-mata.




O jogo gerou uma série de continuações, inclusive Goal! 2 para o NES, Goal! (Super NES) (que foi lançado na Europa como Super Goal! para distinguir este jogo do original) e Super Goal! 2 (SNES), que no Japão foi lançado como "Takeda Nobuhiro no Super Cup Soccer". Sua originalidade e ação fez de Goal! o tipo ideal de jogo de futebol e foi um marco para os games de esporte lançados.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Master System - World Cup Italia '90 [European]















que estamos em clima de copa, o blog aproveita e comenta alguns jogos que marcaram o estilo. WC Italia’90 foi lançado em 1990 e pegava carona no embalo da copa da Itália, afinal, essa era a sua temática. Desenvolvido pela Sega da Europa, o jogo trazia alguns pontos positivos, como a disputa de cobrança de penalidades e a escolha de equipes por meio de análise de habilidades.













Apesar dos gráficos limitados e alto nível de dificuldade, o cartucho pode ser considerado um clássico do gênero. A jogabilidade é boa e acaba garantindo o desafio da World Cup. Os comandos são simples, praticamente chute/toque e cada equipe possui características únicas, sendo Alemanha, Argentina e Itália, os de melhor desempenho.
Vale lembrar que, World Cup90 foi o primeiro jogo do torneio licenciado oficialmente e posteriormente desenvolvido para PC.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Snes - Soccer Shootout

















Desafiante e competitivo, assim posso definir este jogo. Lançado em 1994 pela Capcom, Soccer Shootout possuia bons gráficos e excelente jogabilidade. Uma das opções que o diferenciava dos jogos comuns era o modo “Futebol de salão”, que permitia desafiar qualquer seleção para uma partida na quadra.



Na tela do menu, apareciam as opções de treino e a disputa de pênaltis, que fazia deste um dos melhores games de futebol do Snes, ao lado de “International Superstar Soccer Deluxer”. Nunca concordei quando se diz que Shootout é ruim. O problema é, ser sempre comparado ao ISSD (International Superstar Soccer Deluxer), mas mesmo depois do ISSD, esse jogo ainda apresenta uma proposta interessante e bom grau de entretenimento.



Você pode também jogar o All-Star game, com todas as estrelas internacionais. Os campeonatos podem ter 22 ou 44 times, de acordo com sua escolha. Em campo, as jogadas são variadas, podendo ocorrer finalizações de todos os pontos e posições disponíveis. Nunca se esqueça de escolher o esquema tático, pois dependendo de qual for o adversário, isso ajudará muito na marcação homem-a-homem. Esse game é um clássico e sempre estará na lista dos mais interessantes soccers dos video-games..


quinta-feira, 22 de abril de 2010

Arcade - Elevator Action




















Uma mistura inteligente de espionagem, ação e aventura. Você está no papel do Agente 17, um espião tipo “James Bond”, e deve proteger documentos ultra-secretos de segurança, em um prédio de 30 andares. O objetivo final é fugir pelo térreo com seu “possante”.












No edifício haverá uma abundância de elevadores e também várias escadas rolantes. Existem inúmeros inimigos atrás das portas, mas você pode matá-los com o revólver ou esmagando-os sob o elevador. Os vilões também morrem atingidos pela queda das luminárias. Graficamente os personagens são um pouco “toscos”, mas o edifício está muito bem desenhado e os efeitos sonoros são memoráveis. A jogabilidade é excelente, apesar de ser levemente repetitiva.
















"Elevator Action" foi lançado em 1983 pela Taito America Corp. e distribuído para as plataformas do Atari, Arcade, Commodore, Game Boy, Mobile, Nes e Wii. Simplesmente um jogo inesquecível.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Arcade - Contra

Um dos maiores clássicos da história dos games, assim podemos definir CONTRA. Criado em 1987 pela Konami, a versão para Arcade foi grande sucesso junto com a conversão para o console caseiro NES, tendo ainda várias versões e continuações no Genesis e Super Nintendo. Trata-se de um jogo de tiro/plataforma com cinco níveis distintos.






















Você (e o segundo player) controlam Lance e Bill, dois soldados que caíram na selva para combater a ameaça alienígena conhecida como “Red Falcon”. Os heróis devem então fazer o seu caminho enfrentando obstáculos e inimigos de outro planeta. É uma mistura básica de três filmes: “Comando para matar”, ”Rambo” e “Predador”. Bom, já deu para entender que o lance primordial aqui é atirar e matar. Deve-se jogar com cautela, pois os personagens são bem vulneráveis e morrem facilmente.

Um aspecto curioso do cartucho está no fato de os jogadores poderem equipar seus personagens com diferentes tipos de armas: um rifle automático, um tiro de propagação, uma pistola de laser de comprimento, uma arma de laser e um lança-chamas. Elas possuem munição ilimitada e o personagem a perde somente quando morre. Para se chegar ao chefe final e destruir o cérebro inimigo, é necessária a invasão das bases e o confronto com os subchefes. Excelente momento de diversão, Contra é e sempre será um dos jogos mais queridos da era NES, com sua típica ação para jogadores simultâneos, variedade de armas, fases pseudo-3D e por se tornar um padrão para games de tiro que surgiriam posteriormente.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

(GCE) VECTREX – Um vídeo-game de outro mundo!


O Vectrex teve muitos ingredientes para se tornar um grande sucesso no início dos anos oitenta, mas por várias razões, este console não cumpriu a promessa. A aparência era única: um monitor alongado que estava cerca de três centímetros de profundidade em um arcade. Aquilo tudo, dava a sensação de ter sua própria máquina em casa. O joystick também era original, possuía enormes proporções: 8 x 3 polegadas, com quatro botões. O Vectrex tinha esse nome por causa da técnica “vector” que foi usada nos arcades (por exemplo, Asteroids e Space War), mas até então ainda não havia sido usada em consoles. O aparelho vinha com o jogo “Storm Mine”, um derivado do sucesso dos fliperamas “Asteroids”. Os outros jogos foram vendidos em cartuchos, o que podia ser conectado ao lado direito do console. Foram lançados mais de trinta cartuchos, de diferentes estilos. Entre eles jogos como Art Master, Berzerk, Cosmic Chasm, Fortress of Narzod, Minestorm, Pole Position, Space Wars, Star Trek: The Motion Picture e outros.



O Pai do Vectrex foi Jay Smith, juntamente com sua empresa de Tecnologia e Engenharia. A idéia de um mini-arcade nasceu no início dos anos oitenta, inicialmente planejado com um monitor de 5 polegadas. A General Consumer Electronics (GCE), conhecida pelos games e relógios, ficou entusiasmada e queria colaborar com Smith, na condição de se usar um monitor maior. E foi assim que, depois de descartar nomes como HP-3000 e X-Vector, o Vectrex com uma tela de 9 polegadas nasceu. A produção começou em 82, para ser lançado no mesmo ano. O preço inicial foi de 199 dólares. Durante esse período, a empresa começou a apresentar dificuldades financeiras, e teve que ser vendida para a organização Milton Bradley (MB).
Uma vez adquirida, a MB imediatamente decidiu exportar o Vectrex para a Europa. O ano de 1983 foi o mais importante para a curta história deste console. O Vectrex foi vendido em muitos lugares nos Estados Unidos e na Europa, e teve a maior produção de cartuchos de jogo. No entanto, as vendas começaram a diminuir e em fevereiro de 1984, a MB foi forçada a interromper a fabricação. Uma das razões foi o fato de o GCE ter como preço de partida 199 dólares, mas depois os preços de venda desceram para 150 e até 100 dólares. O resultado foi que a MB sofreu uma perda de 32 milhões de dólares. Mesmo após a interrupção da fabricação, a MB tinha armazéns cheios. Para acabar com o estoque de consoles, o mesmo passou a custar 45 dólares. Para os cartuchos pedia-se de 5 a 10 dólares, em comparação com 30 a 40 dólares no início. Em 1988, a Smith Engineering desenvolveram planos para um modelo portátil do Vectrex, mas abandonou o plano devido à chegada iminente do Nintendo Game Boy. A tela monocromática do Vectrex e a utilização da técnica de vetor, fez dele um dispositivo avançado, mas em outros aspectos, o desempenho gráfico era limitado em comparação com o Atari VCS, o Intellivision e o Colecovision. É difícil descobrir as causas exatas para o fato do Vectrex não ter tido o sucesso esperado. É claro que o lançamento em larga escala pela MB em 1983 foi infeliz, já que um ano depois a indústria do videogame entrou em colapso. Possivelmente, o consumidor não gostou muito do monitor preto-e-branco do Vectrex, além de outras razões de mercado. Fica aqui nossa homenagem...



domingo, 28 de março de 2010

NES – A Hora do Pesadelo (A Nightmare on Elm Street)


Baseado na popular série dos anos 80, A Nightmare on Elm Street é um jogo onde o player 1 e seus amigos devem se tornar “Dream Warriors”, na tentativa de acabar com Freddy Krueger.
O objetivo é recolher os ossos de Freddy e jogá-los na fornalha. Você deve enfrentar também as
Na luta contra Kruegger, todos os poderes devem ser usados, para que ninguém volte a se preocupar em ter um outro pesadelo fatal na rua Elm. O jogo é bom, não é muito fácil, os gráficos são satisfatórios e garante a diversão para os fãs da série. Foi fabricado em 1989 e saiu também para Commodore e IBM PC.



temidas criaturas da noite. A equipe “Dream Warriors” não deve cair no sono, isso pode ser evitado através da recolha de determinados itens ou constante movimento.

sábado, 27 de março de 2010

Piores jogos da história - Ghostbusters


Pra quem não se lembra, ou não é daquele tempo, “Ghostbusters” foi um dos maiores sucessos da década de 80, primeiro no cinema, depois nos consoles. Contava a história de quatro patetas, que resolvem montar um serviço de “caça fantasmas”, devido ás ameaças surgidas na cidade de Nova Iorque. Em 1984 foi lançada a primeira versão do jogo, para o sistema Commodore 64/128 (sucessor do computador VIC -20). Um jogo simples, porém divertido. Nos anos que se seguiram, foi disponibilizado para todas as plataformas da época. O grande problema foi mesmo a versão da Nintendo. “Ghostbusters” para o NES, segue o padrão dos outros jogos, com algumas diferenças notáveis que o tornam a pior versão fabricada. Você não consegue escolher o seu carro, tem que se preocupar a todo momento com combustível e, chegando a Zuul, deve percorrer uma desgracenta fase de plataforma, até encontrar Gozer, o monstro final. Os gráficos são horríveis, o resto do visual é de uma qualidade bem simplista e desinspiradora. A parte sonora também deixa a desejar, onde se ouve apenas assobios e um ciclo repetitivo da canção tema dos “Ghostbusters”. Até as versões mais toscas, para computadores pré-históricos se saíram melhor. Lamentável né Nintendo!


Abaixo você têm uma amostra visual de algumas versões do jogo:







Amstrad-Schneider CPC









Apple II







ATARI 2600








ATARI 8BIT









Commodore









Master System









MSX









Sinclair ZX Spectrum

e finalmente, a péssima conversão para o NES.